A USINA CULTURAL
Enquanto aguardávamos ansiosos a liberação da entrada, colocamos nossas bolsas no armário da recepção, visto que não era permitida a entrada de bolsas ou afins. Pudemos carregar apenas celulares e câmeras fotográficas.
O primeiro módulo retrata, de forma cenográfica, a vida dos brasileiros antes da energia elétrica.
A exposição encanta de crianças a adultos. Um dos destaques são as maquetes de residências dos anos 10, 30 e 50. O sobrado que sedia o museu data do século 19 e foi restaurado e adaptado para abrigar as exposições. A área conta ainda com um charmoso café e uma loja com mobiliário de época onde é possível adquirir objetos que aludem ao tema da energia elétrica
Essa etapa também destaca a atuação dos principais personagens que contribuíram, no final do século XIX, para a implantação das primeiras usinas geradoras de energia elétrica no Brasil.
Agora, segue a sala de átomos, onde foi feita uma comparação com o elétron
O segundo módulo comporta um centro didático-interativo, onde os visitantes, por meio de vários experimentos, poderão vivenciar e entender os conceitos e fenômenos relacionados à
eletricidade.
RELATO INDIVIDUAL
Inicialmente, a viagem tinha o intuito de visitar o museu da Energiza, mas, mais do que isso aconteceu, logo visitamos o Espaço Cultural Cabo Branco. Lá estavam expostas esculturas de cerâmicas lindíssimas – pode ser visto nos slides anteriores – como também uma pintura gigantesca, chamada “NO REINADO DO SOL”, na qual pode ser observados traços orientais (dragão e asas dos anjos). Caminhamos pelo Terraço Panorâmico, abaixo dele, piso inferior, estavam expostas fotos da construção do Espaço Cultural – Pedra Fundamental – e Xilogravuras. Este espaço citado – sala de exposição- é chamado “Como nasce um sonho”.
Ainda no espaço Cultural Cabo Branco, existe m Parque Zoobotânico Arruda Câmara, as fotos ilustram as espécies situadas lá. Na sala onde estavam expostas as xilogravuras, há um espaço com pinturas de artistas locais como Tito Lobo(Boi Bumba – figura ilustrada nos slides)Pela tarde visitamos o local mais esperado, o Museu da Energiza, antiga Usina da SAELPA. A primeira curiosidade que vimos lá foi uma escultura falante de Tales de Mileto, a qual explicou a origem da palavra “elétron”. Interessantíssimo.
Em seguida, observamos a explicação do primeiro instrutor, o mesmo falou sobre a “casa do século XIX” e suas peculiaridades, exemplo, a diferença entre o ambiente dos empregados e os ambientes dos senhores, - o piso, as paredes, os móveis. No tocante aos equipamentos, como não havia energia elétrica, todos esses equipamentos eram mecânicos, ou seja, para funcionar era necessária força humana.
Ainda neste módulo, observamos a evolução, exemplificada pela invenção do telefone. Há réplicas de alguns célebres, como D. Pedro III, Einstein e outros; há também pinturas iluminadas nas paredes textualizando as invenções mais importantes da época.
No segundo módulo, primeiramente, vimos uma estrutura no centro da sala que reproduzia um átomo, através desta estrutura , o segundo instrutor definia cada elemento componente do átomo. Em outra sala, observamos
Virgínia Leite
A nossa visita ao Museu da Energia mostra, claramente, que a ciência deixa de ser complicada e menos “séria” do que parece: quando passada de forma diferente através de exposições e, até mesmo, com espetáculos para cativar o público que sai para passear aos domingos. Pois bem, isso aconteceu conosco nessa aventura em busca de adquirir conhecimentos.
No início da apresentação fomos informados da vida dos brasileiros antes da energia elétrica, conhecemos os cômodos de uma residência do século XIX e verificamos a presença apenas da energia mecânica. Nesta etapa, também, foi destacado a atuação dos principais personagens que contribuíram no final desse mesmo século à implantação das primeiras usinas geradoras de energia no nosso país.
No decorrer, participamos de um momento didático-interativo, onde todos por meio de vários experimentos, buscamos entender os conceitos e fenômenos relacionados à eletricidade.
O final ficou reservado para destacar a importância do uso consciente da energia.

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